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| Foto
da coroa solar tirada durante o eclipse total do Sol
de 11 de julho de 1991. (Steve Albers) |
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Imagem
da coroa solar em Raios-X tirada a 25 de outubro de
1991. Sua aparência não é uniforme,
sendo mais brilhante acima das manchas solares e mais
escura sobre o buraco coronal. (Yohkoh, NASDA) |
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A
Coroa, a camada mais externa do Sol, é extremamente
quente. Ela se estende da cromosfera até vários
milhões de km. Sua melhor visualização
ocorre durante o máximo de um eclipse total do Sol,
quando o disco da estrela é eclipsado. A temperatura
média da coroa é de 2.000.000 K e sua densidade
é 10 bilhões de vezes menor que a da atmosfera
terrestre ao nível do mar. Devido a esta elevada
temperatura o gás da coroa está completamente
no estado de plasma, constituído por partículas
carregadas: prótons e elétrons. É provável
que a razão de seu superaquecimento se deva ao magnetismo
solar.
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Nesta
foto da coroa solar tirada em 16 de fevereiro de 1980
podemos ver os picos afilados dos helmet streamers,
especialmente um deles situado no polo sul solar. (High
Altitude Observatory, EUA) |
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Esta
imagem da coroa solar foi tirada em 23 de dezembro de
1996. Ela foi tirada por umcoronógrafo (equipamento
que bloqueia o disco solar e permite estudar sua atmosfera).
Nela vemos três helmet streamers na região
equatorial e na região polar as plumas polares.
O campo de visão desta foto cobre 8,4 milhões
de km da heliosfera interna. Podemos também ver
o Cometa SOHO-6 que se queimou na coroa solar. (SOHO/NASA/ESA) |
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Helmet
Streamers (Fluxos na forma de capacetes) são estruturas
coronais semelhantes a chapéus cônicos que cobrem
as manchas solares e regiões ativas. Costumeiramente
encontramos proeminências ou filamentos situadas na
base dessas estruturas. Eles são formados por um emaranhado
de linhas de campo originários das manchas e das regiões
ativas. Onde estas linhas magnéticas são fechadas
elas possuem força suficiente para aprisionar o plasma
solar e alçar o material da proeminência acima
da superfície solar. Sua forma pontiaguda é
devida ao vento solar.
Plumas
Polares são estruturas alongadas que se projetam para
fora do Sol nas regiões polares Norte e Sul. Com relação
ao seu campo magnético são estruturas unipolares,
sua densidade é maior que a do meio que a cerca e mais
frias. Elas se estendem até 30 raios solar da fotosfera.
Como os helmet streamers sua forma é devido à
ação do vento solar. |
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Este
buraco coronal que praticamente divide o Sol foi detectado
no Raio-X pela espaçonave Yohkoh, em 6 de dezembro
de 2000. (Yohkoh, NASDA) |
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Esta
imagem do SOHO, artificialmente colorida, divulgada
em 8 de janeiro de 2002, nos mostra um buraco coronal,
a zona escura da superfície do Sol, espalhado
pela região central dele. Normalmente eles estão
situados nas regiões polares mas este, um dos
maiores detectados no ciclo 23 se estende desde o Polo
Sul até parte do hemisfério Norte. (SOHO/NASA/ESA) |
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| Buracos
Coronais são as regiões escuras da coroa que
contrastam com as regiões brilhantes. São regiões
frias, de baixa densidade e tidas como responsáveis
pela alta velocidade de vento solar. Estão associadas
a linhas de campo magnético abertas semelhantes às
que ocorrem nas regiões polares. Durante os anos de
baixa atividade solar os buracos coronais ficam confinados
nas regiões polares mas nos anos de máxima atividade
ocorrem em todas as latitudes .
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Buracos
Coronais são as regiões escuras da coroa
que contrastam com as regiões brilhantes. São
regiões frias, de baixa densidade e tidas como
responsáveis pela alta velocidade de vento so-lar.
Estão associadas a linhas de campo magnético
abertas semelhantes às que ocorrem nas regiões
polares. Durante os anos de baixa atividade solar os
buracos coronais ficam confinados nas regiões
polares mas nos anos de máxima atividade ocorrem
em todas as latitudes . |
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Esta
emissão de massa coronal ocorreu em 27 de fevereiro
de 2000 e injetou bilhões de toneladas de partículas
no meio interplanetário. (SOHO/NASA/ESA) |
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Ejeção
de massa da Coroa (abreviatura CME) são gigantescas
explosões de plasma, na forma de balões, que
ocorrem no Sol. À medida em que estas explosões
ascendem na coroa solar, elas se movem ao longo das linhas
de campo magnético e aumentam sua temperatura até
dezenas de milhões de graus. Essa explosões
liberam até 100 milhões de toneladas de plasma.
CME podem causar sérios danos a satélites artificiais
terrestres. Elas geralmente acontecem independentemente mas
às vezes estão associadas a fulgurações
solares. |
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Nesta
imagem do coronógrafo da SOHO, tirada em 8 de
janeiro de 2002 vemos uma massa de ejeção
coronal bastante espalhada. A quantidade de material
ejetado chega a bilhões de toneladas e a velocidade
atinge milhões de km/h. (SOHO/NASA/ESA) |
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As
imagens da coroa do Sol no extremo ultravioleta indicaram
que a maior parte do aquecimento da coroa ocorre na
baixa coroa, a apenas 16.000 km de altura, nas bases
dos arcos coronais e não ao longo de todo o arco
magnético. Esta imagem transmitida pelo TRACE
(Transition Region and Coronal Explorer) nos mostra
aglomerados de arcos coronais quentes com dimensões
de 60 ou mais raios terrestre. (TRACE/NASA) |
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Arcos
Coronais são encontrados nas manchas solares e regiões
ativas. Esses arcos nada mais são do que linhas de
campo magnético fechadas que conectam regiões
magnéticas da superfície solar. Sua duração
é bastante curta mas alguns duram por vários
dias, chegando a semanas. Os arcos que são associados
a fulgurações duram um período bastante
curto. A densidade de matéria nos arcos é muito
maior do que a do meio circundante. |

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O
campo magnético solar e a as partículas do vento
solar afetam diretamente todos os constituintes do Sistema
Solar. Na figura as linhas brancas representam o vento solar,
a roxa o arco de choque e as azuis as linhas de proteção
formadas pela magnetosfera terrestre. (SOHo/ NASA/ ESA) |
Vento
Solar é um vento contínuo de íons (partículas
eletricamente carregadas) que são liberadas pela atividade
do Sol. Ele é decorrente de anomalias que ocorrem quando
as linhas de campo magnético estão abertas.
Estas anomalias quando ocorrem na coroa se chamam de Buracos
Coronais. Quando observados em Raios-X se apresentam como
regiões pretas. Esses Buracos Coronais tem uma vida
longa que vai de meses a anos. Como a velocidade do vento
solar é de 400 km/s suas partícula demoram cerca
de 4,5 dias para chegar à Terra. Como essas partículas
são emitidas pelo Sol que se encontra em rotação
o vento solar varre os planetas como as pás de um cata-vento.
O vento solar afeta todo o Sistema Solar soprando a cauda
dos cometas, causando auroras na Terra e em outros planetas,
modificando órbitas de satélites artificiais,
etc. |
Esta página foi revisada e atualizada
em outubro de 2003.
euscalise@hotmail.com |