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Tão
logo Eros foi descoberto verificou-se que se tratava de um
objeto diferente, pois sua órbita não era igual
à dos demais asteróides que já haviam
sido descobertos. Ela se situava entre as órbitas de
Marte e de Júpiter. Tem uma excentricidade de 0,223
o que o leva de 1,783 UA a 1,133 UA cruzando a órbita
de Marte e se aproximando até 0,15 UA da Terra.
Um
asteróide possui uma órbita próxima da
Terra quando passa a menos de 195 milhões de quilômetros
do Sol. A espaçonave NEAR (Encontro com Asteróides
Próximos da Terra), lançada em 17 de janeiro
de 1996, passou por Matilde e entrou em órbita de Eros
em 14 de fevereiro de 2000. Foram feitas 230 órbitas
completas em torno de Eros. Ele foi escolhido porque é
do tipo S e não é um dos maiores NEAR.
NEAR
foi rebatizada como NEAR-Shoemaker em 14 de março de
2000, em homenagem ao geólogo Gene Shoemaker. A densidade
encontrada para Eros foi de 2,4 g/cm^3, quase a mesma da crosta
da Terra. Isto quer dizer que se trata de um objeto relativamente
sólido, muito diferente de Matilde.
No
dia 12 de fevereiro de 2001, NEAR-Shoemaker desceu em Eros,
após transmitir 69 fotos durante a descida. Esta foi
a primeira vez que um artefato desenvolvido pela humanidade
desceu num asteróide. O sucesso da descida foi tão
grande que os instrumentos continuaram a transmitir dados
até 28 de fevereiro de 2001, quando foram desligados.
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Esta
é uma montagem de fotos que foram tiradas em
3 de dezembro de 2000, quando a espaçonave se
encontrava em órbita de Eros, a uma altitude
de 200 km. O Sul está para cima. Eros pode ser
o fragmento de um planetóide que se fundiu há
muito tempo e que posteriormente se dividiu como resultado
de colisões com outros asteróides. (NASA/JHU-APL)
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Esta
imagem colorida de Eros foi tirada a 1.800 km de distância,
antes da descida da nave. As cores da foto muito se
aproximam às que o ser humano veria em Eros.
As diferentes tonalidades correspondem a diferentes
minerais. Em Eros não existem crateras grandes.
A temperatura do asteróide varia de 100C a -150C.
Eros é um NEA- asteróide que passa próximo
da Terra. (NASA/JHU-APL)
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| No
dia 21 de fevereiro de 2001 a espaçonave NEAR
Shoemaker desceu em Eros. A nave saiu de órbita
4,5 horas antes de descer e, quando estava a 5km da
superfície, ligou seus motores para diminuir
sua velocidade de 30 km/h para 6 km/h. Muito embora
não tivesse sido desenhada para efetuar um pouso
a espaçonave executou a manobra com sucesso.
(NASA/JHU-APL) |
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Esta
foi a última imagem transmitida do asteróide
433 Eros Ela foi tirada a 120 metros de altura e cobre
6 metros de extensão. A grande pedra vista no
alto tem cerca de 4 metros. As linhas tortas na parte
de baixo da foto indicam a perda da transmissão
dos sinais de imagem mas a nave continuou a transmitir
dados da superfície até 28 de fevereiro
de 2001. (NASA/JHU-APL) |
Cálculos
recentes dizem que há 1 chance em 300 de que no dia
16 de março de 2880 Eros se choque com a Terra. |
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Em
1 de abril de 1996 o objeto 95P/Chiron ou Pequeno Planeta
2060 Chiron passou perto da Terra, a mais de 1,2 bilhões
de quilômetros.
O
que há de interessante nesse objeto?
Ele
é interessasnte porque é um objeto que tem coma
e cauda, o que é característico de um cometa,
mas orbita na região de asteróides e é
50.000 vêzes maior que um cometa o que o torna um asteróide!
Mas o que será ele?
A
órbita de Chiron é bastante excêntrica,
sendo seu periélio de 8,46 UA (o de Saturno é
9,54) e o seu afélio de 19,0 UA (o de Urano é
19,18).
Parece
que Chiron está nessa órbita a poucos milhões
de anos pois: essa órbita é instável
podendo ser perturbada pelos planetas gigantes; Chiron ainda
possui materiais voláteis na sua superfície,
os quais normalmente se sublimam em alguns milhões
de anos. Chiron é um forte candidato a pertencer aos
Centauro, família de asteróides que deixaramo
Cinturão de Kuiper e tem suas órbitas entre
9 e 19 UA.
ua
coma gasosa e poeirenta varia muito de tamanho e brilho. A
coma chegou a 2 milhões de quilô- metros e o
brilho flutuou de um fatôr 4 em horas. Uma atmosfera
com 1.200 km de diâmetro circunda Chiron.
A
próxima passagem de Chiron pelo periélio ocorrerá
em 2047 quando estará 4 vezes mais próximo,
250 vezes mais brilhante que um objeto típico do cinturão
de Kuiper e estará recebendo 10 vezes mais radiação
do Sol. Os cientistas esperam até lá coletar
muitos dados a respeito desse cometa ou asteróide?. |
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| Nesta
foto de 27 de dezembro de 1995 Chiron já mostrava
que havia uma nebulosidade ao seu redor pois estava
com 11 segundos de arco de diâmetro. (Dave Kenyon,
Kenyon Observatory) |
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Chiron
em 16 de fevereiro de 1996. É bastante claro
que o asteróide, o objeto do centro da foto,
está circundado por uma bruma, a que chamamos
de coma. (Giovanni Dal Lago, Itália) |
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Nesta
figura mostramos as linhas de igual intensidade de brilho
da coma e da cauda de Chiron, em 27 de março
de 1995. (Denis Bergeron, Canadá) |
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Nesta
figura mostramos as linhas de igual intensidade de brilho
na coma e cauda de Chiron em 3 de abril de 1995. Nota-se
que a cauda que havia em 27 de março de 1995
práticamente desapareceu.(Denis Bergeron, Canadá) |
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Nesta
foto colorida de Chiron o asteróide está
no centro da figura, sendo a região mais brilhante,
correspondendo a seu núcleo vermelha e sua coma
e cauda esverdeada. (27 de março de 1995, Denis
Bergeron, Canadá) |
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Nesta
foto colorida de Chiron de 3 de abril de 1995 realçou-se
o seu núcleo e a sua coma. Nota-se claramente
que, quando comparamos esta foto com a de 27 da março
houve uma grande mudança na sua cauda que praticamente
desapareceu, (Denis Bergeron, Canadá) |
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As
imagens de Toutatis revelaram que ele pode ser um asteróide
compostos por dois corpos irregulares, com 4 e 2,5 km de diâmetro
aproximadamente cada, que provavelmente estão em contato
entre si.
Um
par de crateras quilométricas e três montanhas
foram identificadas na superfície de Toutatis e evidenciam
ser o resultado de uma história complexa de impactos.
Entre
os objetos já conhecidos do Sistema Solar Toutatis
é o mais estranho pois tem uma forma muito irregular
e um movimento de rotação complexo e desordenado.
Talvez a sua forma e a rotação sejam o resultado
de uma história de colisões violentas. Uma conseqüência
desta rotação estranha é que Toutatis
não tem um polo norte fixo como a Terra. |
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Estas
são imagens de radar obtidas pela antena de radar
de Goldstone, Califórnia, EUA em 8 de dezembro
de 1992, quando Toutatis se encontrava a cerca de 3.612.000
km. Elas revelam um asteróide com vários
quilômetros de comprimento e tendo provávelmente
duas componentes em contato, sendo uma delas o dobro
do tamanho da outra. As imagens mostram também
crateras com diâmetros de 100 m a 600 m. (AAAS) |
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Esta
imagem mostra a forma que gira no espaço o asteróide
4179 Toutatis. Os eixos vermelho, verde e azul são
os eixos principais de inércia; o eixo de cor
magenta é o vetor de momento angular; o eixo
amarelo é o vetor de giro. Se um lâmpada
fosse presa ao eixo de inércia vermelho e brilhasse
a cada 15 minutos durante um mês, traçaria
o complicado caminho da linha cinza do desenho. Se continuasse
piscando indefinidamente, o caminho nunca se |
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Sua
rotação é o resultado de dois tipos diferentes
de movimento com períodos de 5,4 e 7,3 dias que se
combinaram de tal modo que a orientação de Toutatis,
com respeito ao Sistema Solar, nunca se repete.
Como
Toutatis gira muito devagar, levaria mais tempo que a idade
do Sistema Solar para uniformizar sua ro-tação.
Isto significa que a rotação de Toutatis é
uma relíquia notável e bem conservada do seu
processo evo-lutivo.
As
imagens por radar de Toutatis foram obtidas em 8 de dezembro
de 1992, quando o asteróide se encontrava a cerca de
3.612.000 km. Em 29 de novembro de 1996 Toutatis passou a
5.300.000 km e a 31 de outubro de 2000 a 11.050.000 km.
Na
próxima passagem, em 29 de setembro de 2004, os cientistas
pretendem solucionar suas dúvidas com relação
a Toutatis. Ele estará a apenas 1.537.600 km de distância
da Terra e todos os instrumentos científicos estarão
apontados para ele. |
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Estas
quatro imagens de Toutatis, montadas pelo computador mostram
existirem crateras rasas, montanhas e um pescoço estrangulado,
cuja origem geológica é desconhecida. Pode ter
sido esculpido através de impactos e assim Toutatis
seria um único corpo. Mas ele poderia consistir de
fato de dois objetos separados que permanecem juntos, em uma
colisão suave. Toutatis possui 4,6 quilômetros
de comprimento e a resolução do modelo usado
foi de aproximadamente 84 metros. (AAAS) |
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O
asteróide 25143 Itokawa (1998 SF36) foi descoberto
em 26 de setembro de 1998 pelo projeto LINEAR (Lincoln Near-Earth
Asteroid Research - busca de asteróides que passam
próximos da Terra pela Universidade de Lincoln, EUA).
Recebeu
o nome de Itokawa em homenagem ao cientista de foguetes Hideo
Itokawa, pai do programa espacial Japonês. Este asteróide
ficou famoso pois foi selecionado para ser estudado pela espaçonave
Japonesa denominada de Hayabusa (Falcão), originalmente
chamada de Muses-C , a qual, com sucesso, em 12 de setembro
de 2005 posicionou-se a 20 km do asteróide, para estudá-lo.
O plano completo incluiu o envio de um robô para a sua
superfície, a coleta de material na superfície
e o retôrno da espaçonave à Terra.
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| Vista
do asteróide Itokawa a partir da espaçonave Hayabusa
em 12 de setembro de 2005, quando se encontrava a 20 km de distância.Nomes
dados a alguns dos acidentes geográficos do asteróide
Itokawa: Deserto de Woomera, Baia de Uchinoura e Mar de Muses.
(JAXA/ISAS) |
Vista
do asteróide Itokawa a partir da espaçonave
Hayabusa em 20 de outubro de 2005, quando se encontrava a
6 km de distância. (JAXA/ISAS)
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O
asteróide
Itokawa mostrado pela Hayabusa em 20 de outubro de 2005 a
4,5 km de distância. Foram marcadas algumas posições
prováveis de pouso da MINERVA no Mar de MUSES. (JAXA/ISAS)
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Nesta
foto de
alta definição de Itokawa enviada pela Hayabusa
podemos ver uma superfície com rochas de variadas dimensões.
(JAXA/ISAS) |
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Uma
das confirmações obtidas pelo Hayabusa foi a
de que Itokawa é um asteróide do tipo S. Observando
as imagens enviadas acreditamos que sua forma atual foi resultante
do contato íntimo de dois ou tres corpos que se fundiram.
As imagens que Hayabusa enviou de Itokawa mostram que surpreendentemente
não existem crateras de impacto neste asteróide
sendo sua superfície bastante áspera e cravada
de rochas.
Aguarda-se
o instante certo para a Hayabusa enviar um pequeno robô
para a superfície do asteróide. Esse robô
pesa apenas 591 gramas e recebeu o nome de MINERVA (MIcro/Nano
Experimental Robot Vehicle for Asteroid - Micro/Nano Veículo
Robotizado Experimental para Asteróide). Ele possui
várias câmeras coloridas sendo que duas delas
tirarão fotos estero da região do pouso. Uma
terceira câmera fotogrará regiões mais
afastadas da superfície do asteróide.
A espaçonave está viajando de volta à
Terra devendo chegar aqui em junho de 2007, descendo de para-quedas
em Woomera, Austrália. Os responsáveis pelo
projeto ainda não sabem se foram recolhidas amostras
do asteróide, devendo sabê-lo apenas após
o seu pouso. Caso tenha sucesso essas amostras de Itokawa
fornecerão as primeiras evidências de um provável
link entre asteróides e meteoritos.
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O
nome anterior de 99942 Apophis (o Destruidor) foi 2004 MN4,
nome este que ficou célebre na imprensa como o asteróide
que viria a colidir com a Terra em 2029.
Apophis
pertence a um grupo denominado de "Asteróides
Aten" por possuirem o semi-eixo maior de sua órbita
menor que uma Unidade Astronômica (UA). Ele, em particular,
possui um período orbital de 323 dias, e sua trajetória
cruza a da Terra duas vezes em cada órbita em torno
do Sol. Sua dimensão não é bem conhecida
mas se situa entre 320 e 415 m de diâmetro e sua massa
estimada é de 4,6 x 10^10 kg. Em 13 de abril de 2029
passará a cerca de 36.350 km da superfície da
Terra, bastante próximo para nos preocuparmos com sua
passagem seguinte que, caso não ocorra alguma modificação
em sua órbiata, ocorrerá em 13 de abril de 2036.
Assim ele poderá vir a passar mais próximo ou
se chocar com a Terra ou ainda ter sua órbita modificada
para uma órbita síncrona trazendo sempre perigo
de um provável choque. Caso a mudança de órbita
o afaste de nós então não haverá
mias problemas. Assim sendo, teremos que aguardar sua passagem
de 2029.
As
chances de um impacto ocorrer ainda são muito baixas.
Mas, caso ocorresse quais seriam as consequências?
Os
cálculos nos mostram que a energia liberada pelo impacto
de um corpo com essas dimensões seria equivalente a
850 megatons ou 850 bombas cuja intensidade seja igual à
lançada sobre Hiroshima, Japão. Em números
comparativos, o corpo que deu origem à Cratera Barringer
(ver Superfície da Terra) ou a devastação
na região de Tunguska, Sibéria foi da ordem
de 10 a 20 megatons. A explosão que ocorreu no fim
da erupção do vulcão Krakatoa em 1883
foi equivalente a 200 megatons.
O efeito exato de um impacto varia, de acôrdo com a
composição do asteróide, da localização
na Terra e, do ângulo de impacto. Seu efeito destruidor
se limitará a uma área de alguns milhares de
quilômetros quadrados e é muito improvável
que efeitos duradoros venham a ocorrer após esse impacto.
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oNesta
figura vemos como a órbita de 99942 Apophis cruza duas
vêzes a órbita da Terra. (NASA)
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Vemos
a provável trajetória de 99942 Apophis em abril
de 2029. A risca branca indica as prováveis posições
do asteróide em 13 de abril. (NASA)
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| Número
e Nome |
Diâmetro
(km) |
Período
de rotação (h=horas, d=dias) |
Período
orbital (anos) |
Exentricidade
da órbita |
Classe
espectral |
Semi-eixo
maior (UA) |
Massa
(kg) |
Descobidor |
Data |
| 433
Eros |
33x13x13
|
5,27h |
1,76
|
0,223
|
S
|
1,458 |
7,2
10^15 |
G
Witt |
1898 |
| 2060
Chiron |
180
|
5.9h
|
50,7 |
0,3831
|
B
|
13,70
|
1,1
10^16 |
C
Kowal |
1977 |
4179
Toutatis
|
4,6x2,4x1,9
|
5,41d
e 7,35d |
3,98
|
0,6344
|
S
|
2,510
|
5,0
10^13 |
C
Pollas |
1989
|
25143
Itokawa
|
0,6x0,28x0,26 |
0,5055
d |
1,52 |
0,28 |
S
|
1,324 |
4,8
10^13 |
LINEAR |
1998 |
|
Esta
página foi revista e atualizada em janeiro de 2006.
euscalise@hotmail.com |